PLANEJAMENTO FINANCEIROS EM 6 PASSOS

Se você é um profissional de planejamento financeiro ou é de outra área que lida com orçamentos, controle de verbas, por exemplo, ou até mesmo um empreendedor que tem que ter controle de tudo, especialmente das finanças da sua empresa ou startup, deve ficar atento a alguns aspectos super importantes para manter a saúde financeira no negócio.

Neste artigo, vamos apresentar, em linhas gerais, 6 aspectos que devem ser levados em consideração para um planejamento financeiro bem feito. Mas fique tranquilo, que, ao final, teremos o link para você baixar um e-book e se aprofundar no tema.

  • Ter uma base sólida é o ponto de partida:

Os anos da empresa vão passando e deixando um histórico de resultados financeiros. Estes dados do passado são a base para planejar o futuro. É muito comum que empresas e seus gestores não consultem os números históricos para projetar os orçamentos das áreas das empresas. Porém isto é um erro. Empresas que se sustentam nos resultados financeiros anteriores têm uma visão mais clara e assertiva do que podem alcançar em curto, médio e longo prazo.

  • Padronizar os processos orçamentários:

Padronização é a chave que facilita e otimiza os processos orçamentários. Imagine como seria o cenário ideal aonde toda a empresa, independente do tamanho, seguissem processos predeterminados, menos burocráticos e mais claros para planejar. Mas isso passa pelo controle, ou seja, ao menos um representante de cada área deve ser responsável por se fazer cumprir os protocolos e garantir que sua área esteja alinhada com os processos orçamentários da empresa.

  • Alocar e/ou classificar corretamente as verbas:

Nem para mais e, muito menos, para menos. Superestimar os orçamentos com o pensamento de que está deixando um lastro para eventuais imprevistos é um erro que impacta e muito no planejamento. Mas o pior mesmo é subestimar, pois no final do período planejado a verba é insuficiente e a empresa tem que se ajustar, quando é possível, para dar conta e cumprir o plano.

  • Ter boa comunicação entre as áreas da empresa:

Juridiquês, Marquetês, Economês e outras “línguas” são muito faladas nas empresas. E o objetivo é um só: proteger a informação. E para termos uma boa comunicação entre áreas é eliminar estas barreiras “linguísticas”, para tratar do bem comum da organização. Então, no caso da área contábil, o segredo é se fazer entender por todas as outras áreas para que elas compreendam e deem a resposta positiva ao que você está orientando. Quando as áreas compreendem, facilita a cooperação.

  • Conhecer e aplicar as regras de capitalização de forma correta:

Imagine um país aonde a inflação é flutuante… o Brasil já viveu isso no final dos anos de 1980 e foi uma loucura. Atualmente, países como a Venezuela também passam por isso. Mas falando da realidade atual, é bem mais previsível, porém não tão simples projetar a inflação sem saber os índices oficiais e suas diferenças, para saber qual(is) aplicar em seu planejamento financeiro. A imprecisão desta projeção pode impactar negativamente seu resultado.

  • Alocar, priorizar e levantar investimentos:

De modo geral, todas as áreas têm projetos e cumprir e necessitam de investimentos para alcançarem os resultados. Mas o papel do planejamento é identificar os projetos mais relevantes, ou prioritários para os objetivos de determinado período, alocar mais verbas em detrimento de outros e, se necessário, remanejar valores de uma área para a outra.

Conforme falamos lá no início, este é um tema que rende bastante conteúdo. E este pode ser encontrado no e-book Os 6 maiores desafios no Planejamento Financeiro. Faça o download e tenha acesso a um material completo escrito pela professora Melice Finato especialista em planejamento financeiro.

Depois, nos diga se gostou da leitura. Combinado?